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Campinas é um celeiro do Movimento Negro, é à força da resistência do dia a dia, tambores, cultura, religiosidade sem perder a conectividade com um mundo de forma que espalha por várias redes sua estratégia de manter viva a ancestralidade e unir as diversidades africanas que foram unidas no Brasil.

Eu sou nascido em Campinas e vivencio toda essa magia desta cidade que foi marcada pela violência racial e a escravidão, tanto que Negro fujão era trazido para ser “educado” por aqui, mas em contra partida se tornou referência de luta e resistência.

No vídeo Don Perna relata junto no Diário Preto de Jairo Pedreira, num bate papo sobre negritude na veia, periferia, tambores, rede mocambo focado em tecnologia e ancestralidade.

Pessoas que fazem tudo isso acontecer, também são citadas como Alessandra Ribeiro do Jongo Dito Ribeiro, TC da Casa de Cultura Tainã e muitos outros que fazem o trabalho de integração e revitalização da cultura Afro no Brasil.

Toda essa luta pela preservação das origens e dando o valor real da ancestralidade também podemos citar Alessandra Gama e David do Ibaô, que tem um trabalho no bairro que me remete ao passado da minha infância, são pessoas que participaram do meu crescimento, enfim da minha vida.

Sou do Candomblé de Angola, amo a cultura afro brasileira na amplitude de sua diversidade, gosto de debater o combate ao racismo e a valorização da população negra, revindicando um olhar específico a fim de reparar erros e preservar tradições tendo em meta respeito às pessoas e suas particularidades.

Por: Oluandeji

 

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