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Piracicaba que já foi conhecida por ser a terra da Pamonha, hoje é parte de um cenário político degradante que gera um ódio racial e de intolerância religiosa dentro da Câmara dos Vereadores.

Em minha opinião passa a existir dentro da cidade uma quebra da Constituição Brasileira de forma que o desrespeito marcado vira crime contra o cidadão, porque é claro e evidente que todos têm direito a religião e não ter religião nenhuma, sendo assim pode afirmar que Piracicaba cai em descrédito social e humano.

Há algum tempo atrás, existiu uma PL que proibia o Candomblé de exercer seus processos religiosos, e ficou claro que a força evangélica reunida numa bancada do legislativo fez desse projeto um descabido arbítrio, promovendo apenas ódio e revolta daqueles que respeitam as diversidades e consideram as tradições dos escravizados Afro Brasileiros uma forte influência em todo território nacional.

No vídeo poderá ver que um cidadão que não se levantou para a leitura da Bíblia, foi convidado a se retirar e não aceitando essa intransigência foi chamada a guarda municipal e a policia militar, num ato de criminalidade a um cidadão e junto com este um fotógrafo que tentava documentar o ato.

Chega de intolerância e hoje ao ver a discussão na internet, gostei de uma das propostas lançadas por um usuário das redes sociais.

Sugestão de msg ao Nobre Vereador João Manoel dos Santos, Piracicaba:

Nobre Vereador, quanto à sua atitude e o conteúdo da Lei Orgânica citada, o Senhor e essa Casa desconhecem que vivemos em um estado laico desde a Constituição de 1988???

“Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

I – *** estabelecer cultos religiosos *** ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;

joaomanoel@camarapiracicaba.sp.gov.br

Espero que todos juntos façamos destes casos uma revolta e que seja divulgada toda essa forma de repressão e autoritarismo.

Por: Oluandeji

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