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Foi para mim um prazer assistir este vídeo e constatar a qualidade de uma comunidade de Terreiro frente aos seus adeptos e a sociedade do entorno.

O terreiro que é de Candomblé de Angola da raiz Gomeia, pode ter orgulho de sua filha, Mãe Mirinha do Portão que fez todo um processo de identificação e de tradição em Salvador. Hoje a casa está com Mameto Kamurici que continua o bom trabalho desta comunidade.

O que me chamou a atenção além da produção cultural, religiosa e artística, foi sem dúvida saber da preocupação com a saúde, tendo esporte que é nossa cultura chamada capoeira e um trabalho de economia solidária eficaz e muito bem organizando tendo a percepção que alem de gerar renda ainda mantém a tradição.

Outro aspecto interessante é o trabalho com as crianças de a inserção digital, interagindo o tradicional com as inovações e tecnologias do mundo atual de forma que gera conhecimento e introduz pessoas ao conceito social moderno.

O vídeo também aborda o sincretismo de forma correta e de fácil entendimento, pois explica o porquê os terreiros usavam nomes de santos católicos.

Enfim, podemos dizer que este é um exemplo que deve ser seguido e que as casas dos mais novos tenham a consciência que Saúde, Economia Solidária ajuda a nossa comunidade em muitos sentidos e vale o esforço para aderir a essa ideia.

Meus respeitos…

Obs: Obrigado ao Tata Kitalehoxi que me indicou esse vídeo.

Por: Oluandeji