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A PM de Campinas já descambou e descaradamente põem um ponto de vista onde o Negro é o alvo e não se cansa de expor este material mostrando o luminoso racismo institucional.

Não bastou a carta ofício do então capitão Ubiratan que caracteriza a abordagem a negros e pardos transformando assim todos em suspeitos. Nesta ocasião criou-se um grupo de luta e um dilema em Campinas eu sou suspeito?

Em outras publicações podemos observar que a polícia não se importa com o problema até porque logo o ofício racista trouxe um material aos cidadãos campineiros, mas com o negro passando por bandido e este é o tipo de articulação que era usado desde o Brasil Colônia da escravidão.

Essa dica da PM campineira, não é um engano é uma ação clara de racismo usando de forma inconstitucional onde leva o genocídio da juventude negra.

Gostaria de lembrar a todos que o atual Governo PSB/PSDB da cidade mantém a Cepir sem coordenação e assim sendo inexpressiva perante aos abusos contra a população negra.

Quero deixar claro o papel deste blog no enfretamento legítimo de casos de racismo e de intolerância religiosa da qual também considero racista.

67405_394246580666506_1278830825_n 522154_434218526667028_61067563_nNestes episódios da PM, tivemos apoio de alguns vereadores dos quais irei citar o nome, pois é importante ressaltar aqueles que se mostram solidários a causa e que militam pelo bem da população que é o caso dos Vereadores Pedro Tourinho (PT), Ângelo Barreto (PT), Carlinhos Camelô (PT), Carlão do PT, Paulo Búfalo do PSOL e Gustavo Petta do PcdoB e ressaltar também os outros vereadores que não omitem posicionamento público sobre os casos de racismo.

O Companheiro Reginaldo Bispo (MNU) me indicou que esta cartilha não é da PM Campineira, mas já tivemos a nossa em outras situações, este ultimo folheto foi:

“INFORMATIVO OFICIAL DA COR PADRÃO – folheto disponível em escola estadual de Pirituba.”

No caso de Campinas, ainda não conseguimos a exoneração do capitão Ubiratam, mas temos um afastamento, a luta continua e precisamos da presença do povo para que situações como estas sejam punidas.

Por: Oluandeji

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