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O mapeamento das casas de umbanda e candomblé de Teresina registrou mais de 480 terreiros somente na capital. O levantamento faz parte das políticas públicas da rede matrizes africanas.
O gerente da Fundação Monsenhor Chaves, Daniel Aracacy, informou que as ações fazem parte da política de igualdade racial e de valorização dos terreiros.
 
Com o mapeamento, o poder público poder viabilizar recursos para aulas de música, computação, prevenções a doenças e ações sociais nos terreiros. As atividades estão sendo incentivadas pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
 
A etapa faz parte do projeto Terreiros do Brasil, desenvolvido pela Seppir com o objetivo de articular políticas públicas para o fortalecimento institucional e melhoria da qualidade de vida nas comunidades tradicionais de terreiro do País.
 
 
Flash Yala Sena
yalasena@cidadeverde.com