O Negro no Brasil – Caminhos da Reportagem

123 anos depois da abolição da escravatura, o número de brasileiros que se declara preto ou pardo é maior do que o de brancos: o Brasil tem se assumido como um país negro também. O Caminhos da Reportagem discute a situação do negro no Brasil através de números que mostram como ainda é preciso superar a desigualdade de renda e de acesso à educação, a pobreza, a violência e encarar de frente o preconceito. Dando início às comemorações da Semana da Consciência Negra, o programa vai mostrar a violência e a indignação cantadas no rap de Salvador, histórias de superação de famílias e um porteiro que abraçou os livros e hoje é desembargador. E, ainda, um menino de rua que se tornou professor, uma editora de livros que investe na temática afro e o grupo de teatro Olodum, companhia que cria espetáculos a partir da tradição, histórias e temática negra.

Reportagem: Luciana Barreto Edição: Isabelle Gomes Produção: Vivian Carneiro e Laine Fabrício

13 opiniões sobre “O Negro no Brasil – Caminhos da Reportagem”

  1. Fábio Medeiros disse:

    Fábio Medeiros10 de setembro de 2014 16:03

    Desprezar a população nativa ribeirinha é um genocídio que extermina não só um povo, mas só enriquece a cultura racista e empobrece a nossa Brasilidade, a nossa identidade cultural, política e civilizatória do nosso Brasil e especialmente do Nosso Nordeste e da Querida Bahia berço da nossa Brasilidade, atravessada pelo Velho Chico Ramal de Integração Nacional e de Humanização do interior de Nosso País, Haja vista a primeira Usina Hidrelétrica instalada aqui, foi às margens do mesmo grande rio, idealizada pelo “Mauá Nordestino:” o visionário Delmiro Gouveia, que foi um dos primeiros a incentivar a inclusão social à população ribeirinha de maioria negra às margens do Rio São Francisco na altura do Estado de Alagoas, quando o então empresário construiu uma vila operária, que muito contribuiu para a inclusão daquele povo esquecido, Mas agora o que se vê em Santa Rita de Cássia e Mansidão, na Bahia é uma prática racista que exclui ao invés de incluir, é a apoteose do atraso enraizado na cultura colonizadora ibérica. (Fábio Medeiros, ex- Radialista da Rádio Panatis àos 16 anos de Idade, Patos-PB)

  2. A candidata à presidência da republica pelo PSB, Marina Silva é uma afrodescendente virtualmente, e poderá ser eleita no primeiro turno se a população negra e seus descendentes e indígenas compreenderem a importância da sua eleição. O massacre sofrido pela sociedade racistoide e facistoide a população negra brasileira conforme pesquisa do governo Dilma, sobre os dois períodos do governo do PT, houve um aumento de 132% de assassinatos pelo estado, de jovens negros de 10 a 29 anos. O ataque racista que atingiu o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Ministro Joaquim Barbosa, foi silenciado pela sociedade racista no legislativo, judiciário, executivo e na mídia brasileira, para tanto não pôde permanecer como ministro do Supremo e foi necessário se aposentar. Nem uma voz de seus colegas ministros lhe deu apoio, ficou sozinho com a população brasileira. A nação se levantou de apoio a esse magistrado, que dignificou o poder judiciário. A diferença entre os EUA e o Brasil é que quando a policia assassina um jovem negro, a população afrodescendente para aquela cidade ou estado gera uma repercussão mundial, já aqui se mata negros todos os dias, porem, nenhuma voz se levanta em defesa da vida, já que é um ser humano que esta sendo assassinado. Nos população negra devemos ter a sensibilidade no processo de cidadania política, na universalidade do voto na urna, um homem um voto, que podemos eleger o cargo de presidente da republica, Marina Silva. Se a população brasileira, segundo se estima os cientistas sociais, mais de 70% do Brasil é afrodescendente e indígena, juntos votaremos em Marina Silva.

  3. Waldimiro de Souza disse:

    Prefeito Ney fui ao ministério publico e fiz um requerimento ao procurador da republica sobre os acontecimentos da fazenda Tapera. A capacidade da grilagem que esta acima da lei e da constituição, a comarca de Santa Rita que abrange Mansidão, os cartórios acham que estão acima da lei e do corregedor cartorial do estado da Bahia. A população negra da Bahia esta sofrendo uma pratica racista mais violenta do que o navio negreiro, os grileiros são violentos contra essas populações que fazem parte da historia bonita da Bahia, e os grileiros recebem apoio da maioria da bancada estadual e federal alem da maioria dos prefeitos baianos, e hoje Barreiras é a sede do crime organizado da grilagem com o apoio de parte do agronegócio. Citaria três pessoas: Milton Santos, Rui Barbosa e Irma Dulce são exemplos da sociedade baiana e não a grilagem de terras, com todas as ameaças aos negros, aos ribeirinhos e aos pobres do oeste da Bahia.

  4. O ex porta voz de imprensa do presidente Color, Cláudio Humberto, escreveu na coluna Política do Jornal METRO no dia 09/01/2014 as declarações do Ex líder dos sem terra José Rainha Junior. “O dia que o negro entrou na casa grande e se encantou com os anéis, ele é tão reacionário quanto o dono do engenho.” Os estados do Sul ainda não se integraram no país como um todo, haja vista, a atitude política do senhor Rainha é uma espécie de Ku klux klan, como a empresa Granflor que faz uma política contra negros, pobres e ribeirinhos do velho Chico do oeste da Bahia ao sul do Piauí. Para tanto seu Rainha deseja enfraquecer, criar desmerecimento da autuação e função do presidente do Supremo Tribunal Federal Ministro Joaquim Barbosa, que embora o tribunal é constituído de onze ministros, dos mesmos só um é negro. Segundo estima os cientistas sociais 70% da população brasileira são negros e na pesquisa do IBGE cai para 51%. Pergunto aos brasileiros, o Brasil é um estado racista?

  5. José Higino disse:

    Incrível! Após o falecimento do geógrafo, cientista Milton Santos a filha do senador Nelson Carneiro, a Deputada Laura Carneiro, apresentou um projeto de patrono da geografia, do qual, foi aprovado pela câmera e o senado e foi a sanção presidencial. Por lei Milton Santos é o patrono da geografia.

    O geógrafo Milton Santos será o Patrono da Geografia Nacional, conforme projeto de lei da Câmara (PLC nº 459/2004), de autoria da deputada Laura Carneiro (PFL-RJ), aprovado nesta quarta-feira (30) pelo Senado Federal. A matéria vai à sanção presidencial. A proposta recebeu parecer favorável do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) naComissão de Educação que ressaltou a pertinência da homenagem diante do currículo de Milton Santos.

    Nascido na Bahia, Milton Santos faleceu aos 75 anos, em 2001, em São Paulo, cidade onde se fixou a partir de 1977, quando passou a fazer suas pesquisas na Universidade de São Paulo. Formado em direito, em 1948, passou a se dedicar à Geografia. Doutor pela Universidade de Estrasburgo, na França, Milton Santos recebeu inúmeros títulos e honrarias em várias nações, tendo sido agraciado, em 1994, com o Prêmio Internacional de Geografia Vautin Lud, espécie de Nobel da Geografia.

    Em seu relatório, Raupp lembra que, por ocasião do golpe militar de 1964, Milton Santos foi preso por três meses e afastado do cargo de professor na Universidade da Bahia, em conseqüência do seu envolvimento com a questão dos direitos humanos. Raupp destaca que Milton Santos dedicou-se, em particular, ao estudo sobre os países em desenvolvimento, à problemática do chamado Terceiro Mundo e à geografia da globalização.

    Na discussão da matéria, o líder do governo, senador Aloizio Mercadante (PT-SP) parabenizou a deputada Laura Carneiro pela iniciativa e afirmou que Milton Santos pensou a problemática do espaço urbano, com uma ¿produção intelectual única¿. O senador Eduardo Suplicy (PT-SP), ao prestar sua homenagem ao geógrafo, destacou que a obra de Milton é duradoura.

    O senador César Borges (PFL-BA) considerou justa a homenagem prestada pela deputada por seu renome internacional, que enriqueceu o acervo da geografia nacional. O senador Ney Suassuna (PMDB-PB) revelou sua convivência com Milton Santos e destacou sua humildade. O senador Rodolpho Tourinho (PFL-BA) ressaltou os aspectos sociais de sua obra. A senadora Heloísa Helena (sem partido-AL) frisou sua militância na luta pelos direitos humanos e a líder do PT, senadora Ideli Salvatti (SC) apontou sua contribuição para o entendimento da questão da urbanização e a defesa dos afro-descendentes.

  6. A Bahia cantada em verso e prosa pelos cantores e compositores e a poesia da voz da Africa de Castro Alves, prêmio nobel de geografia Milton Santos, Ruy Barbosa, João Mangabeira, Anisio Teixeira e uma centena de contribuição da inteligencia brasileira, todos baianos. Agora, hoje são manchados por uma atitude de um governador insensível que externa pratica racistoide ate facistoide, desassociado da baianidade, o Governador Jacques Wagner, incentivando a pratica da política de grileiros no oeste baiano, contra a população ribeirinha, negra e pobre. Provocando a degradação das terras nos brejos, nas veredas, nas nascentes, nos afluentes e sub afluentes do velho chico. Governador que envergonha a Bahia.

    Responder

  7. Artur Higino disse:

    Igualdade e Participação do Negro:
    Igualdade e Participação do Negro:
    O Clamor do Senador Itamar Franco

    O Congresso Nacional, por sua natureza e tradição, é o cenário propício para a defesa dos Direitos Humanos. Não se trata de coincidência, pois, verificar que os grandes vultos de nossa nacionalidade que se posicionaram contra a discriminação racial tiveram e têm assento nas Casas do Poder Legislativo.

    Prova inconteste é o pronunciamento do Senador Itamar Franco, que mereceu o caloroso apoio das lideranças no Senado Federal, ao registrar nos Anais da Câmara Alta o “Dia Internacional para Elimi­nação da Discriminação Racial”, instituído pela Organização das Nações Unidas, a fim de que os povos se lembrem do brutal mas­sacre de Sharpeville e deem sua participação na luta contra o apartheid.

    Poderiam os desavisados indagar: Não é o Brasil uma “demo­cracia multirracial”? Não há entre nós a Lei Afonso Arinos, que proíbe qualquer forma ou manifestação de discriminação racial? A nossa população não é hoje constituída de mais de setenta por cento de mestiços, segundo se estima? Como falar em racismo no Brasil? São indagações do homem comum, na maioria das vezes incons­cientes, que repetem estereótipos daqueles que se ocultamt no anoni­mato e que praticam aquela odiosa e cruel forma de racismo ao dizer que “o negro conhece o seu lugar” e coisas que-tais. Quem ousará di­zer que jamais ouviu ou presenciou formas veladas ou dissimuladas de racismo?

    A pior manifestação de racismo, contudo, não é a que se pratica no acesso do negro ou do mestiço na escala sócio-econômico-política, opondo-se-lhe obstáculos de toda ordem. A mais dolorosa, a mais tristemente sofrida situação do negro e elo mestiço no Brasil, consiste em não poder realizar “uma dupla aspiração”: “a aspiração à igual­dade e a aspiração à participação; trata-se de dois aspectos da dignidade do homem e da sua liberdade”, como asseverou Paulo VI na Carta Apostólica ao Cardeal Maurice Roy, por ocasião do 80° aniversário da Encíclica Rerum Novarum, no dia 14 de maio de 1971.

    Obviamente que Paulo VI falava de um modo geral, ao tratar das aspirações fundamentais e correntes de ideias num mundo em que o progresso científico a altera a paisagem do homem, principalmente quando se desenvolve “a sua informação e a sua educação”.

    Identificamos aqui a posição do homem brasileiro, o que vale dizer, daquele contingente de setenta por cento da nossa população constituído pelos negros e seus descendentes e que são, também, na sua grande maioria, os moradores das favelas, dos mocambos, das palafitas e que não participam das oportunidades de trabalho, de consumo, de bem-estar e tampouco se beneficiam das conquistas culturais e tecnológicas. Daí a oportuna advertência do ilustre Se­nador Itamar Franco: “A sociedade brasileira só será, realmente, aberta, justa e equânime quando agregarmos todos os seus segmentos – como os negros – ao desenvolvimento da Nação”.

    Eis o que deseja, o a que aspira, o que quer o Brasil mestiço: “igualdade” e “participação”. Qualquer sociedade só será, de fato, “aberta, justa e equânime”, isto é, democrática, quando houver igual­dade e participação. O repúdio a quaisquer ideologias impostas, vio­lentadoras da dignidade do homem e da sua liberdade, é o funda­mento da “Carta de Uberaba” e da Proclamação de Ribeirão Preto: “O negro sob a visão política do estadista da República dos Palma­res no Brasil de hoje”

    Liberto e descompromissado de e com quaisquer sistemas eco­nômicos e políticos, o negro no Brasil, como muito bem observou a antropóloga negra americana, Ângela Gillian, diferentemente do negro americano que luta por um acesso ao sistema lá vigente, aqui, ao contrário, segundo a antropóloga, “parte da crítica ao capitalismo, e da relação entre o capitalismo internacional e a situação em que ele vive, sem perder a perspectiva histórica”.

    Muito mais do que uma crítica a determinado sistema econô­mico, mas, sim, procurando através de forma desinteressada pro­mover no corpo social as convicções culturais e religiosas de um povo nas suas relações com a natureza, acerca da função do homem no mundo, da origem e do fim do homem, a partir daquele “movi­mento energético”, de que fala Waldimiro de Souza – inspirador e animador de vários movimentos afro-brasileiros , e, consequente­mente, da própria sociedade.

    Este o Brasil novo, o Brasil mestiço que o jovem Senador Itamar Franco, que honra e enobrece a admirável estirpe dos homens pú­blico, mineiro, anunciou Nação brasileira.

    Miguel Setembrino Emery de Carvalho
    Professor de História .

  8. Waldimiro de Souza disse:

    José Higino29 de dezembro de 2012 11:51
    As águas levaram os homens a navegar, descobrir, conquistar todo o progresso da humanidade. As várias processuais de tudo que é bonito, belo, maravilhoso, bondoso como flor de lótus ou a vitoria regia, o revoa do panapanã e a migração dos pássaros para reprodução. Aqui Pau Brasil, cana de açúcar, café, fruto presencial da água. Tudo isso é um presente de Deus, para o homem e a mulher dos primórdios no processo existencial da vida. Estamos agradecendo cada homem e cada mulher pela sua contribuição nessa conquista e aprendizado político, congresso afro brasileiro que editou a carta de Uberaba (1979) que falava em seu último paragrafo que a supressão das eleições é uma forma de racismo e escravagismo e o encontro de Ribeirão Preto que vê todo o processo do navio negreiro e as suas consequências promove todo o esforço coletivo, elevando a bravura e a virilidade de um líder a condição de Estadista, Zumbi dos Palmares. Citaria cinco pessoas nessa contribuição, deputado Carlos Santos (MDB-RS), Adalberto Camargo (MDB-SP), deputado estadual Theodozina (SP), a contribuição intelectual do escritor Milton Santos e o pronunciamento do Senador Itamar Franco em 1980, dos quais são esse blog e a contribuição voluntária da sensibilidade política da população negra brasileira na época. Pela coragem, de desafiar o regime autoritário militar e posicionar com uma proposta politica que as elites politicas brasileiras e o setor acadêmico do pais até hoje não entenderam, não compreenderam. Esse aprendizado do processo civilizatório nas Américas, esse seja talvez o momento mais importante para a história brasileira. Juntos, todos juntos como disse o deputado Elquisson Soares da Bahia, líder da minoria na Câmara, ao colocar nos anais do congresso brasileiro a carta de Uberaba e o Encontro de Ribeirão Preto, ele respondendo a parte do deputado Bonifácio de Andrade da ARENA-MG, dizendo quando o Estado não cumpre a sua função as Autoridades não cumprem seu dever, a nação que é o povo se levanta e decide, essa é uma decisão do povo e da nação. Tende Paz, muita Paz, amor, sabedoria no aplicativo da inteligencia. (A VIDA É A FONTE DA ÁGUA VIVA)

  9. Waldimiro de Souza disse:

    http://onegronobrasil1980.blogspot.com.br/ está solidário com a professora Osmarina Barbosa de Oliveira. Enquanto as autoridades municipais, estaduais e federais apoia os grileiros, a população rural de maioria negra não tem o respeito a cidadania politica pelo voto que elegeu a todos. Não ha sensibilidade dos cargos, enquanto o governo federal faz propaganda da “orgia do comportamento humano”, esquece da educação, dos direitos humanos, haja vita, o alastramento das drogas no pais inteiro sem o controle do estado. Tende paz, muita paz. Só o amor a virtude e a bondade de cada homem e cada mulher é capaz de contribuir para fazer desse país um grande país, como dizia Milton Santos de amor a vida e vivifica-la.

    “SR PREFEITO NEY BORGES MANSIDÃO/BA
    GRUPO ESCOLAR NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO-BURITIZINHO
    Eu Diretora interina Osmarina Barbosa de Oliveira,juntamente com os demais pessoal da secretaria escolar.Viemos pedir para o senhor que comunica-se a secretaria de Educação que estamos com falta de um transporte escolar e falta de material de limpeza,merenda escolar e outros,tentamos ligar para secretaria de Educação daqui do Buritizinho e não conseguimos,como aqui já temos internet resolvemos lhe mandar essa mensagem daqui do Buritizinho.estaremos no aguardo.

    AGRADECEMOS A COMPREENSÃO DA VOSSA EXCELÊNCIA.” (Osmarina Barbosa de Oliveira)

  10. Na gestão de 1986 a 1988 do Ministro da Cultura Celso Furtado, aconteceu uma audiência com o Secretário de Cultura Gilberto Gil do prefeito Mario Mello Kertész e os fundadores do conselho do memorial Zumbi; Carlos Moura, Jornalista Justo do RJ e Waldimiro de Souza. Com objetivo de um projeto de reconstrução do pelourinho, da sua historia e apoio a população negra e pobre que habitavam em residências sem condições básicas. Naquele momento havia um clamor da população negra brasileira. Para surpresa de todos, o esforço para conquistar as verbas locadas para prefeitura de salvador na época viram pó. Alguém embolsou todo esse esforço coletivo da nação brasileiro e exterior. Ficaram evidente as palavras do ministro da cultura Celso Furtado, que o negro não tinha representação política, para fazer valer e cumprir um empreendimento dessa magnitude.
    Chegou a hora de modificar a estrutura dos partidos políticos que tem como base o conceito racistoide. O poder judiciário no processo da juridicidade há de gerir o estado republicano o poder civil pela democracia plena. 82% da população da Bahia são de negros e os mesmo não se elegem para o executivo e legislativo e quase não há negros no poder judiciário.
    OnegronoBrasil1980.blogspot.com está solidário ao Doutor Fernando Conceição, jornalista, professor da UFBA, biografo da obra de Milton Santos e organizador do projeto grupo de pesquisa permanecer Milton Santos que foi intimado pela Justiça da 10ª zona Eleitoral da Bahia, conforme e-mail que recebemos do mesmo;
    “Meu advogado ( tel.71.8739-5607) tem até o meio dia desta quarta-feira, dia 5, para apresentar nossa defesa. Ou, conforme despacho da juíza Maria Fátima Monteiro Vilas Boas, poderei pagar multa diária de R$ 5.000,00. É assim que “Salvador tem jeito”.”

    Parabenizamos pelas suas publicações do Jornal da Tarde da Bahia e pelo seu grande site http://www.fernandoconceicao.com.
    Conforme o clamor do poeta Castro Alves “A Deus e aos céus” compreendemos que o homem não alcança a capacidade e compreensão do poeta.

  11. Realmente este exemplar de invisibilidade do negro no Brasil repercute em todos os níveis e principalmente em diversas modalidades sociais; no trabalho, nas artes, nas escolas etc. Contudo, quando pensamos em Brasil noto que a cultura indígena também sofre diversas baixas, todavia o negro no Brasil é imigrante e ainda positivamente luta de forma paulatina ressistindo e ampliando sua marca e identidade tão importante neste colorido e árduo território – terra mãe gentil.

  12. Olá
    Sou professora de História e gostaria de saber se este material está disponivel em DVD para utilizar um sala de aula.

    Grata
    professora Mara

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