“O Racismo é o maior perigo para a humanidade” – Entrevista com Carlos Moore

Carlos Moore é etnólogo e cientista político, com dois doutorados pela Universidade de Paris, França. Nascido em Cuba em 1942, Moore passou sua juventude em uma sociedade indiscutivelmente racista do tipo das antigas plantações. Em 1958, no auge da guerra civil entre Castro e Batista, ele deixou a ilha com seu pai e irmãos para morarem Nova York. Aliconheceu sua mentora, Maya Angelou, que o introduziu à vida de intelectual negro e de quem aprendeu a importância da justiça, da verdade e do comprometimento com a criação de um mundo melhor.

Ao passo que sua consciência negra se aprofundava, seu entusiasmo pela revolução de Castro o levou de volta a Cuba. Pró Castro mas veementemente anti-racista, ele descobriu que a cor da pele ainda determinava o tratamento recebido, mesmo no meio da revolução. Finalmente, abandonou a ilha e passou 34 anos no exílio. Viveu e trabalhou em diversos países e viajou extensamente realizando projetos de pesquisa em etnologia no Sudeste da Ásia e na África.

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